Olhem o meu Papá!!

Esta foto foi tirada no “meu” primeiro jantar de gente grande… quando eu tiver mais, ponho aqui.

Eu portei-me lindamente, dormi e andei de colo em colo e nem chorei. Ao fim de umas horitas, lá começei a sentir fome e aí chorei mesmo. Uma colega do meu Papá, a Inês, assim que me viu disse que eu era igual ao meu Papá!
Eramos muitos… os meus Papás, os meus manos, o Gui e a Bia, a Cátia e o Marcos, a Marisa e o Mário, a Inês, a Fernanda, o Bruno e o Pedro. Foi divertido e eu gostei muito de vocês… ahhh, a minha Mamã também 🙂

Já tenho mais umas… depois ponho mais…

I LOVE YOU!!

Trechos do livro "No coração das emoções das crianças" de Isabelle Filliozat.

Uma companheira de viagem do fórum que frequento fez um post que eu achei lindo e que vai de encontro à maneira como eu e o Papá, “mimamos” o nosso bebequinho lindo!!

“Devemos acorrer ao menor choro?”
“Um recém-nascido começa a chorar porque tem fome. Caso a sua mãe demore 90 segundos a responder, o bébé demora 5 segundos para se acalmar. Porém, se a mãe demorar 3 minutos, o bébé só se acalmará passados cinquenta segundos. Quando se multiplica por 2 o tempo de intervenção, multiplica-se por 10 o choro da criança. Quanto mais tempo você esperar, mais difícil é para ela organizar-se no seu interior. Se ninguém aparecer quando chora, o que sente o bebé? (…) ele sofre pura e simplesmente… e ninguém vem. E se aquela mãe que o devia socorrer e proteger não o faz, isso significa que ela é capaz de o fazer sofrer! Ela é perigosa portanto, e ele não pode ter confiança nela… No entanto, isso é impossivel. Como pode ele retirar a confiança da sua mãe? Àquela de quem depende para sobreviver? Então, continua a confiar nela, preferinfo alterar a sua percepção interna e anular quer o seu sofrimento quer as suas emoções, já que é nelas que reside o perigo! Perdendo assim as suas referências interiores, a sua dependência em relação à mãe aumenta, e esta passa a ser a pessoa que sabe do que é que ele tem necessidade e quando.”

“O que fazer?”
(…) Se se tratar de um recém-nascido, intervenha o mais rapidamente possivel, procurando identificar a sua necessidade e satisfazê-la. Se tiver fome, ela sabe-o melhor do que o seu médico ou do que o seu relógio. Acompanhe-o na expressão dos seus afectos. E se todas as necessidades fisiológicas parecerem satisfeitas é porque se trata de uma necessidade psicológica, e nesse caso ouça-o com o coração e autorize-o a confiar-lhe a sua dor, o seu protesto e a sua tristeza.
Quanto mais cresce, mais autónoma se torna a criança na gestão das suas emoções. E, a fim de observar de que modo ela lida com o que está a viver, você já poderá esperar alguns instantes antes de se precipitar na sua direcção. Se ela não lhe pedir nada, dê-lhe a sua confiança.”

WE LOVE YOU TO THE STARS AND BACK, FERNANDO ANTÓNIO!!!

Pico de crescimento.

Não gosto nada destes picos de crescimento. 😦
Fico cheio de fome e choro tanto!!!
A minha Mamã anda comigo sempre ao colo e dá-me muita maminha e assim eu fico mais calminho. Andamos os cansados, porque eu não consigo dormir bem, mas já está quase a passar 🙂
Ontem já fiz um soninho de 7 horitas e a Mamã ficou muito feliz. Hoje tenho pedido maminha de 2 em 2 horas, mas já está a correr tudo bem.

Muitos beijinhos!!!

Estou doentinho :'(

Hoje dormi na caminha dos meus Papás… tenho o nariz entupido e estou sempre a chorar. Custa-me respirar 😥

Agora estou na minha cama, mas estou muito cansado. Dormi muito mal hoje!

Mas, os Papás aninham-me com as minhas fraldinhas e o meu ursinho e eu fico mais calminho 🙂

Já fiz 1 mês!!


Fiz um mezito de existência e posso dizer que bastante feliz! – Continuo a comer e dormir, só recebo miminhos dos meus Papás, colinho sempre que choro… isto de ser bebé é o máximo 🙂

Tenho tido uns dias de birras, não sei porque, mas há dias que não estou e só me apeteçe chorar, mas, a minha Mamã vem logo ter comigo e conforta-me.
Ando um comilão, vou ser pesado na próxima Quinta-feira, mas há 9 dias atrás já tinha 3980kg e 52cm.