Olha eu hihi




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O nosso bebequinho faz 2 meses hoje!!!

2 meses de paixão, amor e ternuras um pelo outro, 2 meses de maminha em exclusivo, 2 meses de felicidade plena!!!

Nós amamos-te muito meu filho lindo!!!

Parabéns!!!

Tenho maminha há 2 meses!!!

Cantinho da Amamentação

SER MÃE!

Entre os muitos dons da vida, existe um cuja grandeza não tem par.
É o dom de ser mãe. É singular, nobre trazer ao mundo um outro ser.
Dom único, outorgado por Deus somente à mulher.
Assim, ela tem uma efectiva participação no plano divino, que é o de participar do milagre da vida!
Ser mãe é a partir de a concepção, estar presente do desenvolvimento lento e gradual do pequeno ser que se vai formado no seu ventre, cada dia sentindo uma sensação nova que vai tomando conta do seu mundo fazendo dela mais mulher.
Essa mãe sonha todos os dias com o nascimento do seu bebé, para o grande e especial momento de apertá-lo em seus braços.
É um momento sem igual contemplar com orgulho uma vida que saiu de si e que de agora em diante pertence-lhe.
A partir daí, uma série de surpresas acontecem.
Tudo é alegria e felicidade que fazem esquecer a angústia de noites mal dormidas e das dores sentidas!
Essas alegrias e dores são também divididas com os familiares e amigos que realmente consideram e preocupam, enfim, aqueles que, direta ou indiretamente fazem parte do seu relacionamento.
Para ser mãe não existem estudos preparatórios, nem diplomas com esse título. O único requisito é o amor.
Amor que é incondicional, jamais visto e sentido.
Alguém já disse que a criança é carregada no útero da mãe durante nove meses, contudo, é importante lembrar que ela é carregada eternamente, no seu coração.
Dizem também que a mãe pára de se preocupar com os filhos depois que eles se casam.
Também essa afirmativa deve ser reconsiderada porque com os filhos casados, a mãe adquire novos filhos (genros e noras) para estarem igualmente no seu coração.
Pensam alguns que o trabalho da mãe termina quando a última criança sai de casa. Por certo esses pensadores nunca tiveram e nem pensaram na existência dos netos e na continuidade do seu amor.
Ser mãe não é apenas dar à luz, mas aquela que participa da vida, de toda a vida de seus filhos enquanto estes viverem e mais além!
Ser mãe, verdadeiramente, não é fácil, mas é gratificante, dá prazer e alegria. Ela protege os seus filhos de tudo e de todos.
Sabe disciplinar, dar o beijo e dar mimos.
Faz tudo pelo filho com primor, inclusivé dar colo na hora do desespero.
Ser mãe é ser guerreira, forte e determinada, não se deixando paralisar na estrada.
É cem por cento dedicada, ignorando o seu humor, qualquer que seja o seu estado.
Ser mãe é educar, uma das coisas bonitas e forma de demonstrar amor.
É formar, ajudar a crescer, respeitar, orientar, dar liberdade e também impôr limites com bom senso.
Dar a mão e largá-la quando for preciso.
A educação é um desafio e um acto de coragem, pois precisam de valores, orientações seguras e definidas.
Por muito tempo os pais são a bússola dos seus filhos.
Assim, é preciso que tenham consciência qual o seu rumo.
Desenvolver paciência e generosidade sem limites incorporando o amor incondicional, com quais os filhos aprendem as relações respeitadoras, direitos e deveres, relações honestas e amorosas.
Ser mãe é ser a luz que conduz.
Nos dias de hoje, cada vez mais essa necessidade aumenta, pois vivemos num mundo carente de princípios, de autenticidade e referências sólidas, para que os filhos não sofram influências erróneas.
Embora triste a situação, vemos grandes exemplos, ao contemplarmos o quadro vivo de mães que lutam pelos seus filhos, excepcionais.
Elas muitas vezes mostram-se exaustas, mas serenas, por se sentirem resignadas diante da realidade dos seus filhos de várias formas mutilados, tortos e magoados.
Creio que no íntimo elas não vêem os seus defeitos.
No seu coração eles são perfeitos.
Todavia, não podem fugir do mundo real.
Muitas são as preocupações que trazem mais rapidamente rugas na cara e cabelos brancos.
Estes sinais reflectem as mudanças orgânicas, as quais estão fora do seu controlo e a vida aos solavancos.
Mas diante das suas experiências não desesperam, continuam a confiar na sua capacidade de Mãe, na força do seu amor, do qual recebem todos os dias a provisão das suas necessidades através de vidas preciosas.
Ser mãe é estar também em cada instante intercedendo junto a Deus pela vida de seus filhos.

Mães e filhos todos sabem que se amam.
É importante declarar esse amor.
É sempre necessário e valioso dizer: “Eu amo-te”.

Breast is Best!

“É difícil amamentar. Embora seja um processo natural. Embora pareça fácil. Embora ames o teu filho mais que tudo no mundo.
O que temos de saber é: queremos ou não amamentar?
Se queremos a regra numero um é fazer ouvidos moucos aos comentários das mães, sogras, amigas… Segue o teu coração. Segue o que sabes é melhor para ti e para o bebé.
Perguntas-me como fazer para ter mais leite. Nada.
Não faças nada.
Deixa que o bebé quando tem fome pede. E tu dás. Não esperes não sei quantas horas. A OMS saúde diz que o teu bebé deve mamar quando tem fome. Tu comes quando tens fome.
A tua mãe, sogra, marido e amigas todas, não ficam á espera da hora em que a enfermeira te mandou comer. Vais comer uma sandes, uma peça de fruta. Se tens sede? Não vais beber um copo de água?
Truques para ter leite bom: comer bem. Hidratos de carbono. Massa e pão e cereias. Comer alimentos variados e saudáveis. Apetece-te um doce, come. Apetece-te uma laranja? Come!
Não é preciso beber água demais!
Truques para ter mais leite: estás muito cansada? Descansa.
Truques para ter leite: não dar mais nada.
O teu corpo produz leite. O leite não se acaba. Quando o bebé mama, o teu peito enche novamente. Quanto mais mama mais leite tens.
Consegues fazê-lo. Se quiseres, consegues. Porquê? Porque fazemos isto há milhares de anos. Porque o nosso leite é tão bom, que alguém se lembrou de fazer uma imitação rasca e chamá-la suplemento, que é caro, e que nós vamos comprar para dar um a fingir, quando temos o original, de graça, já aquecido e prontinho…
Somos capazes. Mães famintas, subnutridas em países cheios de dificuldades e fome a sério dão do seu leite aos seus filhos e eles crescem e o leite delas cresce dentro delas.
Elas são capazes.
E tu tens de dizer que também és. Tens de acreditar nisso. Tens de ser mãe e deixar que os outros todos te façam pensar ou sentir que és menos mãe. Tu és a mãe. E dás leite. Leite bom. Leite que chegue.
Acreditas?
Eu acredito.”

Emprestadado por Breast is best

Peter Pan…

“When the first baby laughed for the first time, the laugh broke into a thousand pieces and they all went skipping about, and that was the beginning of fairies”

Trechos do livro "No coração das emoções das crianças" de Isabelle Filliozat.

Uma companheira de viagem do fórum que frequento fez um post que eu achei lindo e que vai de encontro à maneira como eu e o Papá, “mimamos” o nosso bebequinho lindo!!

“Devemos acorrer ao menor choro?”
“Um recém-nascido começa a chorar porque tem fome. Caso a sua mãe demore 90 segundos a responder, o bébé demora 5 segundos para se acalmar. Porém, se a mãe demorar 3 minutos, o bébé só se acalmará passados cinquenta segundos. Quando se multiplica por 2 o tempo de intervenção, multiplica-se por 10 o choro da criança. Quanto mais tempo você esperar, mais difícil é para ela organizar-se no seu interior. Se ninguém aparecer quando chora, o que sente o bebé? (…) ele sofre pura e simplesmente… e ninguém vem. E se aquela mãe que o devia socorrer e proteger não o faz, isso significa que ela é capaz de o fazer sofrer! Ela é perigosa portanto, e ele não pode ter confiança nela… No entanto, isso é impossivel. Como pode ele retirar a confiança da sua mãe? Àquela de quem depende para sobreviver? Então, continua a confiar nela, preferinfo alterar a sua percepção interna e anular quer o seu sofrimento quer as suas emoções, já que é nelas que reside o perigo! Perdendo assim as suas referências interiores, a sua dependência em relação à mãe aumenta, e esta passa a ser a pessoa que sabe do que é que ele tem necessidade e quando.”

“O que fazer?”
(…) Se se tratar de um recém-nascido, intervenha o mais rapidamente possivel, procurando identificar a sua necessidade e satisfazê-la. Se tiver fome, ela sabe-o melhor do que o seu médico ou do que o seu relógio. Acompanhe-o na expressão dos seus afectos. E se todas as necessidades fisiológicas parecerem satisfeitas é porque se trata de uma necessidade psicológica, e nesse caso ouça-o com o coração e autorize-o a confiar-lhe a sua dor, o seu protesto e a sua tristeza.
Quanto mais cresce, mais autónoma se torna a criança na gestão das suas emoções. E, a fim de observar de que modo ela lida com o que está a viver, você já poderá esperar alguns instantes antes de se precipitar na sua direcção. Se ela não lhe pedir nada, dê-lhe a sua confiança.”

WE LOVE YOU TO THE STARS AND BACK, FERNANDO ANTÓNIO!!!